Descobertas da Semana #10

 

Mais uma semana chegou ao fim! Não sei como foi a vossa, mas a minha teve sol e isso já é o suficiente para me deixar mais bem dispostinha. Fiz o trabalho de casa, para variar, e fui mesmo à procura de coisas que novas para ouvir. À exceção de um álbum, todos os outros são novos para mim e isso já me dá a sensação de dever cumprido. Gosto especialmente da misturada de estilos, nacionalidades e ritmos que hoje vos trago, e que deve dar para todos os gostos. Vamos lá a isto!

 

Estou tão feliz por ter conhecido Daymé Arocena. Este parece que foi o ano em que toda gente decidiu ir a Cuba e fui bombardeada por fotos cheias de cor e calor por todos os lados. Aqui encontrei o meu prémio de consolação. Cantora, compositora, produtora… esta mulher é um marco na música atual cubana e espero que, como eu, a oiçam e se sintam logo mais bronzeados. 

Daymé Arocena – Cubafonía

 
 

 

Embora pareça que estão logo ali ao lado, os The Frightnrs não vêm da Jamaica, mas fazem reggae e rocksteady à antiga em Nova Iorque. Gosto muito muito muito de reggae, faz-me lembrar o verão e os meus amigos em roadtrips por essa costa alentejana fora.

 

The Frightnrs – Nothing More to Say

 
 

 

Voando até ao outro lado do mundo, vindo da Austrália mais um musico/cantor/compositor. Oliver Hugh Perry é D. D Dumbo e traz-nos um som um bocado diferente do que estou habituada, uma mistura de pop com blues e imensas influências tuvan e africanas. Um álbum para ouvir e digerir com calma.  

D.D Dumbo – Utopia Defeated

 
 

 

Mais uma travessia oceânica, para vos mostrar algo que já todos devem conhecer, mas andava com peso na consciência de não ter ainda posto aqui, e que foi por muitos considerado o melhor álbum de 2016. BadBadNotGood vêm a Portugal este ano ao festival Paredes de Coura, e eu estou aqui em pulgas os ir ver.  Não há muita gente a fazer musica assim tão boa, enjoy!

BadBadNotGood - IV

 
 

 

Confesso que não estava preparada para o que aí vem - misturar funk e boogie na mesma frase que Nigéria não me faria muito sentido à partida. O que temos a seguir é a reedição de um dos álbuns mais raros de funk dos anos 80, e, caros ouvintes, isto é bom, isto é do melhor, isto é groovie até mais não. Só a titulo de curiosidade e para verem a raridade da coisa, o álbum original está a valer a módica quantia de 1500 dólares.

Livy Ekezemie – Friday Night